Ficar entediado no trabalho pode matar

A coisa está chata por aí? Chame o chefe: pode ser demais para o seu coraçãozinho.

Sentir-se entediado durante o expediente aumenta “significativamente” o risco de sofrer umenfarte agudo do miocárdio (EAM), segundo pesquisadores da Suécia e dos EUA.

Apesar de a amostragem do estudo ser bastante específica (apenas homens de até 65 anos, de Estocolmo, que enfartaram entre 1974 e 1976), a propensão ficou clara e, segundo os especialistas, merece ser levada em conta: quanto mais tediosa era a profissão do cara (o guia foi uma pesquisa feita na Suécia em 1977, que listou características de 118 ocupações e definiu as mais chatas), maiores as chances de ele ir parar no hospital com o coração em frangalhos.

Curiosamente, trabalhar demais e levar uma vida agitada não se mostraram prejudiciais nesse sentido — a não ser que associados a outros fatores que deixassem a pessoa insatisfeita.

Não é a primeira vez que o CIÊNCIA MALUCA fala sobre como o tédio pode ser fatal.

Fonte: Super Interessante

A verdadeira história do Natal

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.

A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

 

Solstício cristão

As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. “Associado ao deus-sol, Jesus assumiu a forma da luz que traria a salvação para a humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp. Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi uma troca cultural”, afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.

Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média, enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm de lá. Só isso.

Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa figura logo ganharia traços mais humanos.

 

Nasce o Papai Noel

Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.

Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.

Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.

 

Natal fora-da-lei

Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no século 16.

Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços. Então precisava ser extirpada.

Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ’s mass, ou Missa de Cristo) para Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.

A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658 Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre 1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.

 

Tio Patinhas

Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3 espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.

Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica, suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois, inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em 1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo especial de Natal da Xuxa, pode ter certeza de que o fantasma de Dickens vai estar ali.

Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia, foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931, quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.

Fonte: Candlegrove

Dingoubéus!

A única celebração cristã com direito a fogos de artifício e contagem regressiva já era uma festa antes de o aniversariante da noite nascer. E hoje o Natal é a data mais querida do capitalismo, que movimenta bilhões até em países onde Jesus Cristo é menos conhecido que o Papai Noel.

ANIVERSÁRIO SEM DATA Zero
. Esse é o número de textos bíblicos que revelam a data do nascimento de Jesus.

7 (A.C) & 7 (D.C) são anos prováveis para o nascimento do Messias, segundo historiadores. Mas o dia exato é uma incógnita.

Em 104 (d.c.) um bispo determinou que o nascimento de Cristo havia ocorrido entre 17 e 25 DE DEZEMBRO. Era para coincidir com a época das saturnais, um carnaval romano.

336 (d.c.) foi o primeiro ano em que comemoraram o Natal em 25 de dezembro.

BOTE FÉ NO VELHINHO

Seu endereço tradicional é na cidade de Rovaniemi, capital da Lapônia, na Finlândia. As cartas enviadas para ele ficam expostas num parque temático.

Rovaniemi recebe 600 mil cartas para o Papai Noel por ano.

FIN-96930 é o CEP do Papai Noel.

17 séculos, é a idade aproximada do Papai Noel. Ou, pelo menos, do homem que inspirou a lenda: são Nicolau, que viveu no século 4 na atual Turquia.

Há 300 anos holandeses levaram o culto a são Nicolau (Sinter Klaas na língua deles) para os EUA. Daí o “Santa Claus” gringo.

2,5 bilhões é o número de casas que Papai Noel teria de visitar para presentear todas as famílias do mundo.

O bom, e esforçado, velhinho teria de percorrer 50 milhões de quilômetros

QUEM ACREDITA EM PAPAI NOEL

85% das crianças de 4 anos

65% das crianças com 6 anos

25% das crianças de 8 anos

E ele tem mais de 50 nomes, incluindo:

Pai Natal em português de Portugal

Père Noël em francês

Dede Moroz Pai da Neve, em russo

Sion Corn Velho da Chaminé, em galês

O CAPITAL

180 MIL vagas foram abertas em shoppings brasileiros em 2009 para as vendas de Natal.

Sinal de que o trenó da crise econômica passou voando: o número de vagas é 25% maior que o de 2008.

As vendas nos supermercados devem aumentar em até 7,4%

Os brasileiros devoram 44 mil toneladas de panetone por ano. 71% só no estado de São Paulo.

Este ano, as compras de Natal movimentarão R$ 224 bilhões.

Isso dá 8,5% do pib brasileiro

Durante 28 anos o Natal foi proibido em Cuba. Fidel baniu Noel da ilha entre 1969 e 1997.

Os americanos gastam, em média, US$ 835 em presentes durante o Natal.

É mais que a renda anual média de um morador da Somália, de US$ 600.

Cada um na sua

19/1 é o dia de Natal para os 6 milhões de cristãos da Igreja Ortodoxa Armênia.

7/1 é data para os 265 milhões de cristãos da Igreja Ortodoxa Oriental.

25/12 vale para o “resto”: 1,3 bilhão de católicos e protestantes.

160 países transformaram o Natal em feriado – até alguns com poucos cristãos, como Índia e Paquistão.

Fonte: Super Interessante

Corinthians acerta a contratação do atacante Elton por três temporadas

O Corinthians acertou nesta quarta-feira a contratação do quinto reforço para a temporada 2012. Trata-se do atacante Elton, que defendeu o Vasco no último Campeonato Brasileiro. O clube paulista comprou uma parte dos direitos econômicos do jogador, que não foi divulgada, e firmou um vínculo de três anos.

Como tem contrato com o cruz-maltino até o dia 31 de dezembro, Elton não será anunciado até o final do ano. Porém, sua presença no CT Joaquim Grava está confirmada para 4 de janeiro, quando o elenco se reapresenta para iniciar a pré-temporada.

Para não entrarem em atrito com o Vasco, os empresários que representam o centroavante seguem a mesma estratégia. Em nota oficial, os agentes Marcelo Goldfarb, Marcelo Robalinho e Bruno Paiva negam o acerto com o Timão e garantem que ainda não decidiram qual será o destino dele.

Autor de 11 gols no Brasileirão, Elton tinhas poucas chances de continuar no Vasco. O clube do Rio de Janeiro queria apenas  prorrogar o empréstimo dele e não adquirir os direitos, como exigiam os representantes – ele é vinculado ao Olé Brasil, sediado em Ribeirão Preto-SP, mesma equipe detentora do goleiro Felipe, do Flamengo.

Em seu currículo, o atacante de 26 anos tem uma passagem de destaque pelo mesmo Vasco em 2009, quando foi o artilheiro da equipe na disputa da Série B, e uma apagada pelo Braga, de Portugal, no ano passado.

Ele, aliás, terá uma concorrência pesada no Corinthians. Para a mesma posição,o clube conta com Liedson e Adriano. A direção, porém, ainda é cautelosa para apostar na dupla, já que o Levezinho tem um problema crônico no joelho esquerdo, operado três vezes, e Adriano não agradou desde que foi contratado. São oito atacantes no elenco. Os outros são Jorge Henrique, Willian e Emerson, além de Bill, que retorna de empréstimo do Coritiba, e o recém-contratado Gilsinho.

O Timão contratou também para 2012 o zagueiro Felipe, do Bragantino, o meia Vitor Júnior, do Atlético-GO, e o goleiro Cássio, do PSV-HOL. A diretoria ainda sonha com um volante. Na mira estão Guilherme, da Portuguesa, e Neto Coruja, do Vitória.

Fonte: Globo Esporte

Livro Que Recomendo: A Volta ao Mundo em 80 Dias

Quem em sua existência já não teve essa vontade louca de fazer uma viagem extraordinária pelo mundo, conhecendo pessoas novas e fazendo muitas amizades em suas viagens, o melhor de cada um desses excelentes aperitivos é ter uma bela história para contar para todas as pessoas, e uma aposta pelo qual você tem a certeza de que tudo irá dar certo, com tantos ingredientes o escritor Júlio Verne escreveu um livro pelo qual passa anos e anos sendo lido por muitos adeptos e sonhadores dessa incrível narração do Phileas Fogg e o seu criado Jean Passepartout, pela qual viagem pelos quatro cantos do mundo mostrando culturas exóticas e aventuras maravilhosas e o mesmo escritor tendo uma mente muito criativa e revolucionária do seu tempo consegue criar uma abertura em cada leitor nessa viagem junto com o Phileas Fogg nesse livro.

Vídeo de Minha Vida

Hoje nessa quarta-feira irei fazer um novo quadro aqui em meu blogger, onde irei colocar alguns vídeos que fale um pouco de sentimento e traduz com muita exatidão o que sentimos em cada segundo de nossas vidas e posso estar exagerando muito sobre esse maravilhoso quadro, pois eu espero muito que de certo.

Primeiro vídeo de hoje foi escolhido para falar um pouco desse nosso relacionamento, onde se faz alegrias em poucos segundos quando estamos juntos e indo muitas vezes para o céu, deixando sempre o gosto de quero mais no ar.

Usuários do Twitter estão ficando mais inteligentes – e mal-humorados

É essa a conclusão de um novo estudo da Universidade de Vermont, que analisou os tuites de 63 milhões de pessoas em vários países ao longo de 33 meses. O índice de felicidade foi calculado atribuindo-se uma escala emotiva a 10 mil palavras, na qual termos negativos (como “droga” e “odeio”) recebem pontuação baixa e palavras positivas (como “adoro” e “feliz”) recebem pontuação alta. É um critério imperfeito, claro -a mesma palavra pode significar coisas diferentes em contextos diferentes-, mas válido. E aponta uma queda consistente no nível de felicidade. Outra coisa que chama a atenção é a diversidade do vocabulário empregado pelos usuários (linha “B” do gráfico), que aumentou bastante – e sugere elevação na qualidade da escrita. O Twitter está menos risonho, mas mais inteligente.

Fonte: Super Interessante

Fox Sports pode entrar em pacote básico e exibir F1

Boa notícia para o consumidor, má notícia parra a Globo. Se a negociação correr da forma que o Grupo Fox prevê, seu novo canal esportivo na TV paga, o Fox Sports, pode entrar de forma gratuita em simplesmente todos os pacotes de assinatura no país, independentemente do preço e do pacote.

Se isso ocorrer, o Fox Sports se tornará o maior concorrente e ameaça já enfrentados pela Globosat, que sempre teve hegemonia com seus canais SporTV.

Mas o que a Globosat estaria mesmo temerosa, segundo Ooops! apurou, é que a Fox passe a exercer seu direito de transmissão (e exclusividade) em esportes como a Fórmula 1, lutas de boxe e o UFC –os dois primeiros há décadas exibidos somente pela Globo e seus canais pagos.

A princípio, o Fox Sports informou que não veio ao Brasil para destruir os concorrentes, mas executivos da Globosat sabem que essas promessas são temporárias e mudam ao sabor do mercado e de interesses.

OUTRO LADO

“A Globosat respeita a concorrência, mas prefere não se manifestar sobre suposições a respeito das negociações de direitos de transmissão.”

Quem é Legal

Área técnica da Globo (Sonorização do Festival Promessas)

Todo mundo elogia artistas e estrelas, mas quase ninguém se lembra de elogiar a área técnica. E a da Globo é realmente merecedora de mesuras. Impressionante a qualidade visual, de luz e, principalmente, de som. O festival gospel “Promessas”, exibido no último sábado, não tinha tantas estrelas, mas foi uma lição de equalização profissional, que dificilmente outra emissora poderia reproduzir. Incrível a qualidade e textura captados a despeito de algumas bandas terem mais de seis vozes, alguns momentos cantando ao mesmo tempo. Pois era possível ouvir voz por voz..

Do ponto de vista de qualidade de conteúdo, porém, em seu primeiro festival gospel a Globo pecou (com trocadilho) por ignorar as maiores estrelas do estilo, que não fazem parte da Som Livre, bem como não trouxe nenhuma atração internacional, que seria um grande chamariz de público.

Quem Irrita

Globo cobrindo esportes envolvendo o Brasil

Já virou rotina: antes de qualquer jogo envolvendo Brasil ou times brasileiros versus estrangeiros, como domingo, no Japão, a cobertura da Globo tem um tom ufanista, exageradamente esperançoso, tudo é oba-oba e confetes. Aí, quando o representante brasileiro leva um baile, como ocorreu com o Santos contra o Barcelona, o tom e o volume de voz da cobertura geral da emissora muda drasticamente. Aí é que cai a ficha, somente aí a equipe parece voltar aos braços da razão.

A verdade é que, editorialmente, o jornalismo esportivo da Globo é repetitivo, fraco, sem criatividade e até os maneirismos de entonação de voz dos repórteres é o mesmo. Na verdade, às vezes parece até que todo mundo na Globo imita o (bom repórter) Tino Marcos.

Está na hora de um “choque de padrão” Globo também em campo. Está na hora de o jornalismo esportivo se reinventar. E antes da Copa de 2014, por favor.

Fonte: UOL